Tornei-me tudo Quando nasceu de mim Um vasto mundo. Hoje eu me gasto infindo E até me basto. Contudo No fim do meu sem-fim Alguém anda mentindo à rodo:
Ou tornei-me tudo Que nasceu de mim e nisso insisto, ( cri-me Cristo?!) Ou o mundo em mim Tornou-se um palimpsesto engodo E eu nem de mim me resto.